segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Esperança

Quem goste de pessimismo, e se queixe de solidão, observe se alguém estima repousar no espinheiro.
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Pensa que se não houvesses nascido para melhorar o ambiente em que vives, estarias decerto em Planos Superiores.
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Com a lamentação é possível deprimir os que mais nos ajudam.
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Se pretendes auxiliar a alguém, começa mostrando alegria.
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A conversa triste com os tristes, deixa os tristes muito mais tristes.
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Quem disser que Deus desistiu de amparar a Humanidade, medite na beleza do Sol, em cada amanhecer.
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Se tiveres de chorar por algum motivo que consideres justo, chora trabalhando para o bem, para que as lágrimas não se te façam inúteis.
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Nos dias de provação, efetivamente, não seriam razoáveis quaisquer espetáculos de bom humor, entretanto, o bom ânimo e a esperança são luzes e bênçãos em qualquer lugar.
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Guarda a lição do passado, mas não percas tempo lastimando aquilo que o tempo não pode restituir.
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Quando estiveres à beira do desalento pergunta a ti mesmo se estás num mundo em construção ou se estás numa colónia de férias.
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Deus permitiu a existência das quedas d’água para aprendermos quanta força de trabalho e renovação podemos extrair em nossas próprias quedas.
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Não sofras pensando nos defeitos alheios; os outros são espíritos, quais nós mesmos, em preparação ou tratamento para a Vida Maior.
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Se procuras a paz, não critiques e sim ajuda sempre.
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Indica a pessoa que teria construido algo de bom, sem suor e sofrimento.
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Toda irritação é um estorvo no trabalho.
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Deixa um traço de alegria onde passes e a tua alegria será sempre acrescentada mais à frente.
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Quem furta a esperança, cria a doença.
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O sorriso é sempre uma luz em tua porta.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Companheiro. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 25 edição. Araras, SP: IDE. 1999.